Minha principal responsabilidade a partir de agora será montar um plano de negócios e coordenar a nossa participação em competições como o Desafio GV-Intel e o Prêmio Santander.
O plano de negócios, além de servir para participar nessas competições, também serve para gente entender melhor o que estamos fazendo e com isso poder priorizar o que é mais importante. Também é muito importante para convencer investidores sobre uma idéia. No Brasil não há uma cultura muito forte de investimento de risco, mas existem alguns fundos que fazem isso (por exemplo a Monashees Capital, a Confrapar e a Adrenax Capital).
Pra cumprir essa tarefa, encontrei vários bizus tradicionais, como por exemplo o próprio roteiro sugerido pelo GV-Intel. Mas eu resolvi adotar, pelo menos nesse início, uma abordagem mais, digamos, empreendedora. Precisamos desenvolver melhor nossa idéia antes de entrar em tecnicalidades, que serão necessárias, que fique registrado. Por isso, o modelo que vou seguir por enquanto é o do Guy Kawasaki, com alguma inspiração da Sequoia Capital.
Vou vou me alongar mais, visto que a idéia desse post é só introduzir o que estou fazendo. No próximo pretendo falar sobre o problema que nosso projeto vai resolver. buy cialisbuy cialisbuy levitrabuy levitrabuy propeciabuy propeciabuy somabuy somabuy levitrabuy cialisbuy propeciabuy levitrabuy somabuy cialisbuy propeciabuy levitrabuy somabuy cialisbuy levitrabuy propeciabuy soma
Bernardo Pádua respondeu em 10 Abr 2008 às 0:15 #
Este Guy Kawasaki é muito bom, vi aquela apresentação dele que tinha no comp do Luiz. Ele admite o lado “marketeiro” destes planos de negócio e não fica querendo transformar a coisa num método científico.
Diego Alvarez respondeu em 13 Abr 2008 às 3:30 #
Falando no Kawasaki, aqui vai um excelente video do cara sobre empreendedorismo:
http://video.google.com/videoplay?docid=8206486082210767228
Pra quem nao assistiu, strongly recommended, assim como a leitura do livro: “A Arte do Comeco, do mesmo autor!
Abracos!